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Tendências: opinião de Luís Rasquilha

Tendências: opinião de Luís Rasquilha

Luís Rasquilha
Especialista em Tendências
Numa entrevista exclusiva ao MktOnline.net, Luís Rasquilha diz-nos como surgiu a empresa AYR Consulting, Trends & Innovation, abordando ainda muitos outros temas de interesse.
MktOnline.net – É Managing Partner/Senior Vice-President da AYR Consulting, Trends & Innovation. Como surgiu a empresa e com que propósito?

Luis Rasquilha – A AYR surgiu após o Carl Rohde (CEO do Science of the Time) me ter convidado para trabalhar com ele. Tudo começou numa conferência onde nos conhecemos: eu fiz a 1ª parte, sendo ele o Speaker Internacional. Falei de Tendências, ele assistiu e gostou. No final do dia convidou-me para trabalhar com ele, mas não sabíamos bem qual a forma que esse convite teria. Estávamos em Maio de 2008. Durante alguns meses fomos afinando a forma e concluímos, já em Novembro, que seria uma mais valia agregar à vertente da Pesquisa e Identificação de Tendências, Core do Science of the Time, a vertente da sua aplicação do ponto de vista dos programas e planos de Inovação nas empresas. E assim nasceu a AYR em Dezembro de 2008 – uma consultora de Inovação baseada nas tendências e mentalidades originadas pela observação do comportamento do consumidor, com uma base mundial de pesquisa e aplicação de insights.

Entendemos que este posicionamento era (e é) único e altamente diferenciador, reflectindo um dos negócios com mais potencial de crescimento. Existem várias empresas de Tendências (pesquisa e identificação) e várias de Inovação. Não existe nenhuma que cruze as duas vertentes de forma efectiva e assumida. A inovação só é possível se conseguirmos antecipar o futuro e trabalhar em termos prospectivos. A análise de Tendências dá-nos isso.

MktOnline.net – Qual é o balanço que faz da sua actuação?

Luis Rasquilha – Entrámos no mercado Português num ano de crise (2009) e num negócio que não existia cá (Trends & Innovation). Ingredientes suficientes para que as coisas corressem menos bem. Sabíamos isso aquando da elaboração do Business Plan e da constituição do corpo de accionistas. Revelou-se uma boa surpresa, pois 2009 como ano de arranque permitiu-nos cumprir dois objectivos importantes: marcar presença, criando um mercado até à data inexistente do ponto de vista profissional; e desenvolver alguns projectos que possibilitassem dar visibilidade, tangibilidade e rentabilidade ao que fazemos. Ou seja, estamos a cumprir o que nos propusemos em termos de Notoriedade para 2009 e já em 2010 em termos de negócio. Muito também pelo facto de termos uma estrutura empresarial altamente flexível e ajustada ao mercado e pelo facto de, a partir de Lisboa, coordenarmos África, América do Sul e Ásia Central em termos de CoolHunting e Consultancy Innovation.

MktOnline.net – O que é um Cool Hunter?

Luis Rasquilha – Um CoolHunter é um observador/caçador de tendências, ou um caçador do Cool. Por Cool designamos tudo o que é atractivo, inspirador e com potencial de crescimento. Não falamos de gadgets, ideias ou coisas “giras”. Falamos de mentalidades que interagem com o comportamento dos consumidores. E os CoolHunters são pessoas que observam o que os rodeia com olhos mais curiosos e prospectivos e que com essa observação identificam as mentalidades existentes e emergentes, que são a base das Tendências. E são desde estudantes, professores, gestores, médicos, jornalistas, filósofos, desportistas, reformados, … Categorizamos os nossos CoolHunters em Continental Heróis (tipicamente pessoas muito seniores, com experiência e notoriedade nos mercados onde trabalham e actuam), Cool Trend Hunters (profissionais middle management e que de alguma forma se cruzam com estas temáticas) e os Trend Trainees (estudantes que se iniciam nesta temática). E o interessante é que todos são relevantes e fundamentais nas suas observações para alimentar a rede mundial que gerimos com mais de 500 CoolHunters e 5.000 Observadores.

MktOnline.net – Qual é a sua opinião sobre o tecido empresarial português?

Luis Rasquilha – Temos, como em qualquer mercado, de tudo: bom e mau; desenvolvido e estagnado, conservador e futurista. Somos um país de PME’s que necessitam incorporar nas suas filosofias a absoluta necessidade de antecipar os movimentos dos mercados e adoptar programas e políticas sérias de estratégia e de eficácia. Sabemos todos que os recursos são cada vez mais escassos, sejam os financeiros, sejam os humanos ou técnicos. Face ao adverso ambiente em que vivemos há que saber que nada será como dantes e para fazer face a essas mudanças há que abandonar as rotinas e os paradigmas até aqui utilizados. No entanto temos uma evolução muito interessante e considerável no nosso tecido empresarial. E assim continuará.

MktOnline.net – Que conselhos dá a quem está iniciar a sua vida profissional e pretende ser bem sucedido?

Luis Rasquilha – Empenho, dedicação extrema e capacidade de sofrimento para lidar com as adversidades (que são garantidas) são ingredientes necessários. Somando a essa atitude uma boa preparação/formação académica e acima de tudo a vontade e o acreditar que é possível. O que mais ouvimos hoje são mensagens de desmotivação e de becos sem saída. Não estamos com tempos fáceis, é verdade, mas as oportunidades abundam se olharmos de forma inovadora para o que nos rodeia. Para ser bem sucedido há que saber que nada cai do céu. É preciso coragem, dedicação e a capacidade de estar permanentemente a reinventar-se e a aprender. E trabalhar muito com foco no objectivo traçado, seja ela qual for. O sucesso depende em 80% de acreditarmos que ele é possível. O resto é operacionalização/trabalho. Mas se não acreditarmos…

MktOnline.net – De que forma as empresas podem tirar partido da revolução digital?

Luis Rasquilha – É incontornável. O mundo está cada vez mais digital. E se esta realidade abre um mundo de oportunidades há que saber “navegar” neste novo mundo. A presença no digital é mais complexa e difícil do que possa parecer, porque a atomização é brutal e a conexão instantânea tem tempos de vida cada vez mais reduzidos. Os consumidores são mais voláteis e menos fidelizados e ao mesmo tempo mais exigentes, pois conseguem com um click aceder a toda a informação que pretendem. Estar atento a isto é crucial. Tirar partido da revolução digital é possível se formos parte dessa revolução e não apenas espectadores ou actores passivos. É preciso encontrar uma presença constante e interactiva e isso já não se faz apenas com Websites. Faz-se com redes sociais, com mobile connections, motores de busca, etc. O problema é que algo que hoje é eficaz perde a sua validade em poucos momentos, o que obriga as empresas a estarem em permanente e constante movimento de conexão e produção de conteúdos. O futuro da presença digital passa pela produção de conteúdos ajustada a micro segmentos e a nichos de mercado muito mais tribais e comportamentais do que demográficos ou geográficos.

MktOnline.net – Em 2006, juntamente com Andreia Andrés e Joaquim Caetano, publicou o livro Experience Marketing. Quais são os motivos do crescimento exponencial das empresas de experiências em Portugal e no resto do Mundo?

Luis Rasquilha – Fomos pioneiros na edição deste livro, ainda hoje o único em língua portuguesa que aborda este tema, inspirados pelo conceito americano do Experience Marketing e pela existência, desde 2002, de uma empresa nessa área no mercado Português, com quem trabalhei 2 anos. Ainda hoje o livro encontra-se actual e serve de apoio a muitas empresas que actuam nesta área, pela forma como apresenta os princípios de funcionamento deste conceito. O mundo emocional e experiencial é muito mais importante e envolvente do que o racional e técnico. A verdadeira diferenciação passa pela capacidade de envolver os consumidores com as marcas e esse envolvimento tem de ser experiencial e alavancar-se nos 5 sentidos de forma integrada. As pessoas querem novas sensações e experiências e isso reflecte-se na proliferação de oferta nesta área, o que significa que os mercados absorvem e querem mais. Seja na vertente mais institucional, onde os eventos das empresas são cada vez mais emocionais e experienciais, seja na vertente individual onde a procura de vouchers experiência como base das ofertas é cada vez mais um mercado em crescimento.

MktOnline.net – Na sua mais recente obra, refere que a publicidade é a mãe de todas as técnicas de comunicação. Porquê?

Luis Rasquilha – A Publicidade sempre foi e sempre continuará a ser a base das técnicas de comunicação. A comunicação comercial e de marketing começou com a publicidade tradicional dando origem a técnicas complementares (e nunca substitutas) que não são mais do que formas mais afinadas de comunicar. No entanto, ainda hoje, a realidade que temos é a de domínio da publicidade. Mudou a forma e o canal de comunicação com as novas tecnologias, com o envolvimento emocional, etc, mas mantém-se como a base estratégica de pensamento para com eficácia comunicar com os alvos. Nesta obra defendo, como sempre o fiz, a comunicação integrada; a utilização do mix complementar de técnicas de forma a maximizar o envolvimento da marca com o consumidor. Mas o pensamento estratégico de Posicionamento, Promessa ou Beneficio sai da base Publicitária. E isso é estável e sólido. Daí esta minha afirmação.

MktOnline.net – Que tendências marcaram o marketing nos últimos anos e como visiona o seu futuro?

Luis Rasquilha – Assistimos ao crescimento do marketing de serviços em apoio ao de produtos, à afirmação do poder das marcas enquanto suporte emocional da decisão de compra e principalmente ao emergir de novas formas de actuação, como o marketing relacional, experiencial, de guerrilha, etc. O futuro é de reinvenção permanente, de procura de confiança e de recurso a padrões de transparência e sustentabilidade efectivas. E principalmente de partilha de poder com os clientes na construção de uma solução que esteja de acordo com os seus desejos e não com as convicções da empresa. O marketing diluir-se-á na estrutura empresarial dando origem a subdivisões mais especializadas e mais interactivas. O marketing tradicional morreu e o novo marketing, mais humano e partilhado, mais matricial e interactivo, mais inovador e eficaz, mais free e mais criativo, mas também mais individualizado e tribal ganha espaço. Felizmente. E os profissionais de marketing têm de se adaptar a esta realidade e convencer as suas administrações que estamos num admirável mundo novo.

MktOnline.net – Quais são as grandes tendências actuais em Portugal? E a nível mundial?

Luis Rasquilha – Resumo aqui as principais tendências que se apresentam para o que resta de 2010 e para 2011 e que são resultado da nossa contínua observação e que vai estar disponível em breve no nosso Science of the Time World Trend Report que engloba, claro o nosso mercado. É um resumo das principais 10 tendências que abaixo apresento por ordem inversa de importância:

10. O escritório é hoje qualquer lugar onde se trabalha – ou “Os Open Spaces para os Nómadas Urbanos”:
Cada vez mais estamos conectados e acessíveis 24/7/365 e, por isso, nota-se a presença dos “Nómadas Urbanos”, aqueles que trabalham onde quer que estejam e não precisam mais de um escritório fixo (apenas um computador ou um telemóvel inteligente com ligações web, e-mails e internet browsers).

9. Maior conectividade. Menos cabos.
A permanente disponibilidade para estar presente nas redes sociais e partilhar a sua vida nelas, em busca de semelhantes com gostos e hábitos iguais é um dado adquirido. Redes como o FaceBook, Twitter, fmylife ou ipodlounge são fenómenos de permanente conexão e desenvolvimento onde tudo acontece.

8. Recessão Saudável/Resistência Sã
Não há ainda sinais concretos de que a recessão tenha terminado nem na Europa nem na América, e o Financial Times pergunta “onde estão aqueles sinais tão promissores de há 1 ano que a economia estava a recuperar?” A Europa e a América ainda se consideram como a “parte mais desenvolvida do mundo”, mas com as dívidas que hoje têm já não podem pensar que são os líderes da economia mundial como um dia já o foram. Assistimos a uma atitude de grande capacidade de lidar com circunstâncias adversas e mesmo rir delas – o que chamamos de “Resistência Criativa”, e cada marca, organização e ser humano que saibam como exercê-la terão uma vida menos difícil (e até muito mais fácil) em 2010 e 2011.

7. Compaixão, sim. Pena, não.
Todos os dias um número incontável de pessoas são vítimas das maiores crueldades, e as vozes dos que sobrevivem são sepultadas pelo peso e a frieza das estatísticas. O mundo torna-se um lugar cada vez mais perigoso onde as histórias dos que vivem nas suas regiões mais problemáticas não podem ser nem romantizadas nem esquecidas. Basta ir a http://www.womenareheroes-paris.net/en/women-a-travers-le-monde/ para ver como esta mentalidade exemplifica algo de que o mundo vai precisar muito em 2010 e 2011. Não a piedade passiva ou a ignorância de antes, mas sim a compaixão real e que nos leva a agir para um mundo melhor.

6. Eco Cool Estructural – ou “A Discreta Consciência Sobre o Ambiente”
É claro que já se reparou que o ambiente está a passar por algumas “dificuldades técnicas” que se reflectem nas notícias e que sentimos na nossa pele. Há um terreno extremamente fértil para o Eco Cool Estructural em 2010 e 2011 para que possamos cumprir o nosso dever de ajudar a resgatar o ambiente para as futuras gerações – e de forma criativa, divertida e que inspire os demais.

5. Relax Total
Lembra-se dos yuppies dos anos 80 que pouco mais faziam do que trabalhar? E nota muita diferença em relação a como e quanto trabalha hoje? O mesmo ou até mais, certo? A verdade é que estamos a viver numa sociedade onde predomina o stress e o fazer tudo para manter os nossos trabalhos por necessidade. E o que se costumava chamar de Ocidente está nas garras de uma enorme recessão e as previsões de quando ela irá terminar são, no mínimo, vagas – com excepção talvez da América do Sul e algumas partes da Ásia, que, mesmo assim adoptaram com fervor a ética do trabalho excessivo. É talvez por isso mesmo que necessitamos mais do que nunca de alguns momentos de relaxamento. Não apenas um “tomar fôlego”, mas sim momentos preciosos que nos permitem “sair do nosso corpo” para esquecermos o que está à nossa volta e recarregarmos as nossas baterias.

4. Raiva, Desconfiança e Decadência
Os banqueiros não são uma categoria que possa contar com o respeito e carinho gerais, hoje, já que são primordialmente responsáveis pelo colapso de uma das mais importantes bases de confiança nas instituições da sociedade. Uma confiança que levará muito tempo até ser reconquistada.

Os seus abusos causaram:

a. O aparecimento de uma consciência colectiva muito apurada na qual convivem em igual medida a raiva e a desconfiança, e em graus que variam do latente ao vulcânico;
b. Uma retracção enorme nos hábitos de consumo e pequenas indulgências que eram comuns a muitos passaram a ser vistas como luxos e até mesmo “decadência”.

No entanto, a retracção forçada do consumo não significa que, de vez em quando, não queiramos – e até mesmo devamos – permitir-nos algumas indulgências, mesmo quando possam parecer que formam “uma pequena ilha de decadência ou um refúgio temporário que prova que ainda somos capazes de desfrutar algumas coisas da vida, mesmo em face das circunstâncias presentes.

3. A Cidade Tão Humana Quanto Urbana
A cidade tornou-se no habitat natural do homem – embora o seu caos, ruído, poluição e, em muitos casos, violência, sejam objecto de preocupação e reclamações. E o facto é que aprendemos a gostar delas apesar destes e muitos outros problemas, e cada uma delas seja, em efeito, a nossa cidade: robusta e frágil, tempo, stressante e fascinante ao mesmo tempo, o local onde vivemos, crescemos, nos desenvolvemos e encontramos aqueles e aquilo de quem mais gostamos e sem os quais não podemos viver – dos nossos amigos e família aos restaurantes, cafés e recantos que tanto apreciamos.

2. Quero Aterrar
Muitos de nós passam uma boa parte do nosso tempo a viajar – e os que não o fazem sonham em fazê-lo, e a verdade é que passamos mais e mais tempo “a voar”, seja a trabalhar seja a viajar por prazer, do que as gerações passadas jamais sonhariam. E porque estamos quase sempre “a voar”, o “pôr os pés na terra outra vez” é cada vez mais importante, seja no retorno de uma longa viagem para fora da nossa cidade, seja no simples retorno a casa após um dia de trabalho sempre “a abrir” para os  “Nómadas Urbanos”.

1. 24/7/366: A transparência da vida”, ou “A realidade ampliada”
Esta é a tendência com maior potencial de crescimento em 2010 e 2011. O desejo, a necessidade e a realidade de podermos estar conectados permanentemente e em qualquer lugar agora acopla-se e estende-se à capacidade de obter, ter e compartilhar informação: onde estamos, que recursos podemos ter disponíveis (não importa para quê) e, sobretudo, o que podemos saber mais – sobre onde estamos, sobre com quem estamos, sobre para onde podemos ir e com quem, e ao detalhe. O Google Maps e o Google Earth dão-nos a possibilidade de nos posicionarmos num mapa, e o Google Goggles liga-nos ao que queremos saber sobre onde queremos nos posicionar. Até o You Tube já permite saber onde os vídeos que lá se encontram foram filmados, e Esther Polak mostrou-nos que é possível acompanhar a jornada do leite até chegar a nós, através desta media posicionadora e informativa.

E agora chega-nos o Layar, uma aplicação premiada desenvolvida para o Google Android Phone, e que transforma o que seria uma câmara de telemóvel numa verdadeira fonte de informação conectada, fruto da capacidade que tem de sobrepor informação relativa à imagem que se está a capturar sobre a mesma imagem, em tempo real. Uma outra aplicação fantástica – ainda em protótipo – é o Windows of the World, com o qual basta posicionar o ecrã em frente, por exemplo, a um prédio, para podermos obter informação detalhada sobre ele: a sua história, o quão amigo do ambiente ele é, quem nele vive ou trabalha (ou quem nele já viveu ou trabalhou), etc. Ponhamo-la em frente a uma pessoa e teremos informação quão interessante daquela pessoa (segundo o Hyves), quem são os seus amigos (segundo o Facebook), o seu currículo profissional (segundo o Linkedin), etc. Ou seja, informação ampla e profunda, através da combinação de redes e fontes de informação online, sobre tudo e praticamente todos. É isso a que chamamos a “Realidade ampliada”. E é o que mais vai crescer nestes anos futuros.

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Marketing Sensorial

Invoca o poder de todos os sentidos (tacto, visão, audição, olfacto, paladar) que os negócios podem despertar e estimular (através da beleza da decoração, do aroma agradável em loja, da textura dos produtos em exposição, de uma degustação cuidada, da melodia da música no local ou em suportes online) para agradar aos seus consumidores e clientes e levá-los, assim, à compra. Se já ouviu falar na importância do “ambiente em loja”, saiba que este assenta num bom Marketing Sensorial e faz toda a diferença.

Análise SWOT

As melhores decisões são tomadas quando sabemos todos os factos – sobre nós e sobre os outros. SWOT é um acrónimo curto que representa uma grande quantidade de informação que vai ser-lhe muito útil: as suas Forças (Strengths) e Fraquezas (Weaknesses), bem como as Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats) que tem de enfrentar no ambiente que o rodeia.

Reuniões

Quando a prospecção corre de feição, o resultado desejado é a marcação das primeiras reuniões com os potenciais clientes. E há muitos cuidados a ter para preparar estas reuniões: como começar a conversa, o que dizer sobre nós, com que vestuário e aparência pessoal, em que situação (presencial, telefónica, por vídeo), que conteúdos informativos mostrar, que argumentos ter em carteira, como fazer a gestão da conversa e como cativar a outra parte até ao momento que interessa: o primeiro pedido de proposta. Deixe estes detalhes com quem sabe e gosta: nós!

Apresentações

Já sabe que não há uma segunda oportunidade de causar uma boa primeira impressão. Resumir em poucas palavras, imagens, sons e vídeos a excelência da sua proposta é uma mais-valia. Uma boa Apresentação Digital vai transmitir a quem a vir uma imagem de profissionalismo e criatividade que torna o seu negócio apelativo e memorável.

Prospecção

Quais poderão ser os seus futuros clientes? A prospecção assenta numa análise do mercado e da concorrência para listar nomes de empresas, cargos e contactos de pessoas concretas – que serão abordadas uma-a-uma, seja presencialmente, através de contactos comuns, por email, telefone, nas redes sociais online ou através de outras plataformas. Nessa abordagem, procura-se compreender necessidades por atender e oferecer soluções à medida. É difícil, é demorado, exige diplomacia, tacto e resistência – mas a boa notícia é que podemos fazê-lo por si.

Networking

A arte de conhecer pessoas relevantes para o seu negócio pede mais do que uma personalidade extrovertida. É preciso sentido de missão, uma pesquisa cuidadosa e os argumentos certos para identificar os melhores interlocutores. Este é o primeiro passo do caminho para fechar vendas: ter uma boa rede de contactos – algo que cultivamos constantemente.

Plano de Negócio

Não se parte para uma viagem sem uma rota em mente; por isso, não se começa um negócio sem um Plano de Negócio. Neste Plano apresentamos os cálculos de todos os custos envolvidos e fazemos uma estimativa das receitas, com prazos e prioridades associados ao seu negócio, para saber quanto e quando vai ganhar com as escolhas que fizer.

Fixação de Objectivos

Para orientar as decisões, é fundamental a formulação explícita e quantificada dos objectivos, para que se possa aferir, ao longo do tempo, se estão a ser atingidos, que desvios existem e como podem ser corrigidos. Dos tipos de objectivos de Marketing mais comuns, temos: objectivos quantitativos (volume de vendas, valor de vendas, número de consumidores e/ou clientes, quota de mercado, rentabilidade) e objectivos qualitativos (imagem de marca, satisfação dos clientes, reputação, serviço).

Posição Competitiva

Como é que a sua empresa vai responder às decisões dos concorrentes? Vai tentar apresentar um produto mais barato? Vai apostar num serviço de maior qualidade? Vai oferecer brindes, ou vai investir fortemente em publicidade?
Tudo isto depende da Posição Competitiva da sua empresa. Juntos, vamos defini-la para que o seu negócio ganhe vantagem face aos concorrentes.

Storytelling

Vamos supor que a sua empresa surgiu ao fim de mais de 20 anos de trabalho intenso na área. Vamos supor que, antes de começar a trabalhar com clientes, a sua preocupação foi aprender o máximo possível com os melhores do ramo, acumulando uma série de conhecimentos e experiências que fazem de si uma referência na área. Com muitas aventuras pelo meio! Não acha que o cliente poderá ter interesse em saber disso? Partilharmos a sua história, da forma certa ajuda criar uma conexão com os seus clientes, aproximando-os de si e – por acréscimo – dos seus produtos.

Estudo do Consumidor

Por consumo, entende-se o acto de apropriação e utilização (geralmente de carácter aquisitivo, implicando uma troca) de bens materiais ou serviços, por indivíduos ou organizações, com vista à satisfação de necessidades ou desejos. Chamamos “consumidor” ao indivíduo particular ou ao agregado familiar – que, na gíria profissional, constituem o “mercado B2C (business-to-consumer”). O estudo do consumidor é um micro-cosmos dentro do Estudo do Mercado, porque, diferentemente das organizações, os particulares compram de forma mais emotiva, exigindo uma atenção aprofundada às suas crenças, atitudes, valores, motivações e comportamentos – que podemos investigar com técnicas de pesquisa quanti e/ou qualitativas.

Estudo de Mercado

Quando falamos em “saber se há mercado para” preocupamo-nos com: quantos são, ou podem vir a ser, os indivíduos ou organizações que constituem a procura? Onde estão e como se caracterizam? Enquadram-se nos nossos interesses? Têm, por sua vez, interesse naquilo que queremos oferecer-lhes? Conhecem e utilizam os nossos concorrentes? Se sim, quais e que opinião têm deles, em comparação connosco? Que outros factores macro e microambientais afectam a sua procura? É a estas perguntas que o Estudo do Mercado procurará dar resposta.

Portfólio

Já fez trabalhos relevantes para o seu negócio, que demonstram a sua perícia e conhecimento da área? Então podemos ajudá-lo a compilá-los e expô-los – são uma óptima forma de divulgar o seu trabalho e conquistar novos clientes.

Marketing-Mix

Trata-se, sucintamente, do conjunto de decisões em torno dos chamados 4 P clássicos do Marketing: Produto, Preço, Praça (Distribuição) e Promoção (Comunicação) + os 3 P do Marketing de Serviços: Pessoas, Processos e Evidências Físicas. Em conjunto, estas variáveis vão ajudar a cumprir os seus objectivos, satisfazendo os seus clientes.

Plano de Marketing

Tomar decisões “no calor do momento” pode resultar para pilotos de Fórmula 1, mas não tanto para um negócio. Todas as actividades de marketing da sua empresa vão constar de um rigoroso Plano de Marketing, com prazos e orçamentos por objetivo e resultados esperados por acção, feito a pensar no melhor para o seu negócio.

Proposta USP

O que há no seu negócio que o torna diferente dos demais? Porque deve um cliente escolhê-lo a si em vez de optar por um concorrente? Vamos trabalhar consigo para descobrir o que torna o seu negócio único, e garantir que não passa despercebido. A isto chamamos USP (unique selling proposition, ou proposta única de valor).

Negociação

Em qualquer relação de troca de valor, todas as partes devem ficar a ganhar. Com uma boa negociação, todas as partes sentem que ficaram a ganhar. Feita por nós, a negociação irá garantir que o processo de troca de valor com a outra parte continuará a salvaguardar os interesses e objectivos do seu negócio…e ainda deixar a outra parte contente com isso.

Copywriting

Já alguma vez leu a descrição de um produto e ficou a achá-la maçuda, pouco apelativa, e até incorrecta em termos de português? Pois é, faltou um bom copywriter. O copywriting consiste num conjunto de técnicas usadas para escrever textos persuasivos para marketing e vendas. A ideia é que o consumidor leia conteúdos que o façam querer tomar uma acção especifica, como pesquisar sobre o seu produto ou registar-se para receber uma newsletter.

E-commerce

Na era em que a venda online é indispensável e integra a experiência “omnicanal”, ajudamos a escolher entre as diversas soluções, a ser encontrado nas pesquisas dos clientes, a canalizar tráfego e visitas para os locais pretendidos e a optimizar a experiência do cliente nas suas plataformas digitais – para que a compra seja memorável e se repita por muitos, longos e bons!

Blog

Trata-se de uma plataforma inspirada nos antigos diários, em que pode publicar informação mais detalhada, vídeos, imagens e links relacionados com o seu negócio, que vão tornar a sua empresa mais humana e aumentar as visualizações do seu website.

Trade Marketing

Vender bem não é só ter o melhor produto. Fisicamente ou online, os pontos de contacto com os consumidores devem ser profissionais. A sua equipa está preparada para atender os seus clientes? Sabe sorrir, escutar, falar de forma cortês e persuasiva? Tem argumentos prontos e eficazes? A sua loja é bonita, apelativa para os consumidores? A relação com os fornecedores, parceiros e distribuidores funciona? Estamos aqui para garantir que sim.

Branding

Uma marca forte e diferenciadora é o que lhe permite ter clientes fiéis, dispostos a pagar mais do que a média. Quanto mais o cliente souber associar o seu negócio a palavras, imagens, símbolos e sons que o cativem, mais se sentirá envolvido com a sua marca. Mas não pense que uma boa marca se constrói facilmente – criar uma marca tem muito que se lhe diga, e nós sabemos bem o que dizer.

CRM

Pense na sua relação com os clientes como qualquer outra relação que mantém com uma pessoa. Se essa pessoa sentir que não é importante para si, a relação arrisca-se a acabar. O CRM consiste numa estratégia que vai ajudar a conhecer, entender e antecipar as necessidades dos seus clientes, para fidelizá-los e gerar mais oportunidades de lucro – alimentando a relação. A personalização do atendimento e da comunicação é fulcral para o sucesso destes objectivos, e acontece através de um relacionamento a médio e longo prazo com o consumidor ou cliente.

Redes Sociais

Além de poder alcançar novos clientes, as redes sociais permitem que os clientes que já tem sigam o seu negócio, ficando a par de quaisquer novidades que deseje partilhar com eles: de promoções a eventos, passando por mudanças de horário ou lançamento de novos produtos. Mas têm os seus segredos! Vá por nós.

Newsletter

Para se manter na recordação e apreço dos seus contactos, é boa ideia enviar-lhes Newsletters, ou Boletins Informativos. Estes são publicações regulares com conteúdos atractivos, que detalham o que há de novo e o que está para vir no seu negócio. Se as newsletters são das ferramentas de comunicação mais eficazes em pequenos negócios, imagine em grandes.

SEO

Já alguma vez pesquisou por um negócio na Internet e teve dificuldade em encontrá-lo? É sinal de que o que procurava não estava optimizado para motores de busca. Não queremos que isso lhe aconteça! Os conteúdos e a estrutura do seu website serão criados para garantir a sua melhor posição nos resultados dos motores de busca – ajudando clientes que já o conhecem a encontrá-lo facilmente, e novos clientes a descobri-lo pela primeira vez.

Website

Hoje em dia, se quer saber algo sobre um dado negócio, o primeiro instinto é procurá-lo na Internet. Com o nosso apoio, sabe que terá um website à sua medida, que represente o seu negócio devidamente para quem o pesquise e que faça chegar os clientes aquilo que desejar transmitir-lhes.

Conteúdos

Nem só de produto vive o consumidor. Prova disso é haver tantos fãs a declarar publicamente o seu amor a marcas. Ora, não há valor emocional para o consumidor ou cliente sem conteúdos – sobre pessoas, eventos, experiências, ou simplesmente informações relevantes. Os conteúdos de qualidade são originais, dinâmicos e partilháveis. Embora possam ser diferentes conforme os alvos a atingir, as mensagens têm de ser sempre coerentes com o posicionamento da marca – algo que nós garantiremos.

Atendimento e Imagem

O profissionalismo no atendimento ao cliente é essencial, mas ninguém nasce ensinado. O nosso trabalho vai permitir-lhe a definição clara de objetivos, o estabelecimento de procedimentos para que as suas equipas lidem com as situações e a selecção, formação e motivação dos seus comerciais. Nem todos os clientes vão ser simpáticos e afáveis; alguns não estão para conversas e outros gostam de “reclamar”. Um profissional de atendimento ao cliente treinado por nós saberá como apelar aos primeiros e como acalmar os segundos.

Relações Públicas

Um diálogo tem dois sentidos. Escutar o que clientes, órgãos de comunicação, parceiros e poderes públicos e privados têm para dizer, compreendêlos, dar-lhes atenção e aceitar as suas recomendações pode abrilhantar a sua empresa e até reconquistar quem parecia perdido. Por isto, vamos garantir que as linhas de comunicação com os seus stakeholders nunca se fecham.

Publicidade

É a comunicação paga, nos media, no âmbito de uma actividade comercial, industrial, artesanal ou liberal, com o objectivo de promover bens, serviços, ideias, princípios, iniciativas ou instituições. A criatividade é nossa, os louros são seus.

Design

Um visual criativo e apelativo torna qualquer mensagem mais eficaz. Tudo comunica, portanto nunca descuremos o factor estético: no escritório, na loja, no logotipo, nas brochuras e flyers, no website, nos produtos, nas embalagens… e nos sorrisos dos que gostam de ver tudo isto.

Vídeo

Há momentos, frases e testemunhos que só um vídeo consegue traduzir. É mais credível, próximo e eficaz do que quase tudo. Connosco, pode contar para a redacção dos guiões, a gravação, produção, edição, processamento e reprodução de vídeos, que vão ajudar a mostrar aos outros tudo o que o seu negócio tem para contar.

Fotografia

Será muito mais fácil escolher um restaurante com fotografias do espaço e da comida, certo? E quanto mais atractivas as fotografias, maior a nossa vontade de experimentar. Com isso em mente, a nossa equipa vai captar em imagem os momentos únicos do seu negócio – com um toque de aperfeiçoamento digital, quando necessário.

Alvos e Posicionamento

Os alvos são os nossos compradores potenciais prioritários, bem definidos por critérios geográficos, demográficos, socioeconómicos e psico-comportamentais, entre outros. O posicionamento é o conjunto de traços principais e distintivos da imagem da organização e do produto, serviço e/ou marca, que permitem ao público identificá-lo, situá-lo e diferenciá-lo dos outros no mercado (por exemplo: o mais caro, o de melhor qualidade, o mais afável, etc.). Se só pudesse dizer uma coisa sobre a sua oferta ao seu público-alvo, o que seria? Nós saberemos ajudar nesta escolha!