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Citacoes

Como fazer citações correctamente

Sempre que referirmos um texto que foi escrito/dito por alguém, deveremos citar o respectivo autor. É de evitar escrever longos parágrafos com informação factual ou opinativa sem citar as fontes/autores.

Deverá ficar claro o que está a ser pensado/escrito por nós e o que foi pensado/escrito por outrem.

duas formas principais de fazer citações no texto do relatório (não dispensando nunca a criação do capítulo “Bibliografia” no final):

Usando a nota de rodapé (que, na primeira menção ao autor, deverá conter a referência bibliográfica completa e nas menções seguintes a data e página).

Usando o critério (data:página) – por exemplo: “segundo Bourdieu (1979), a distinção…” ou “segundo Bourdieu (1979:197) a distinção…”. Usa-se de igual modo ao longo de todo o texto.

Se for escolhida a norma de citação portuguesa, usa-se a nota de rodapé. Se for escolhida a norma anglo-saxónica, o critério (data:página) é o mais adequado.

O critério de citação deverá ser uniforme em todo o trabalho.

 

A citação faz-se usando o apelido do(s) autor(es). Não se discrimina títulos ou cargos, a menos que isso seja excepcionalmente relevante.

Se a obra tiver mais do que dois autores, poderá abreviar-se a citação usando o apelido do primeiro autor, seguido de “e outros” ou “et.al.” (ex: “segundo Bourdieu et.al., a distinção…”)

Se o mesmo autor tiver mais do que uma obra na mesma data, quando se estiver a citá-lo no texto deve atribuir-se um a aquela que aparecer primeiro na Bibliografia, um b à que aparecer a seguir e assim sucessivamente. Ex: “segundo Bourdieu (1980b), …”.

Na Bibliografia, começamos sempre pela obra mais antiga de cada autor e vamos referindo as obras por ordem de datas, até à mais recente.

Se estivermos a citar alguém que concedeu uma entrevista: deveremos colocar em nota de rodapé a data da entrevista e, se aplicável, onde foi publicada. É vantajoso referir o cargo ou função dessa pessoa, para facilitar a compreensão.

Sobre os sítios de internet a citar: coloque-se o nome do autor (se o houver), depois por extenso o nome da entidade (ex: Instituto Nacional de Estatística), acrescente-se a hiperligação e finalmente a data da consulta (“consultado a …”).

 

Sempre que possível, deveremos citar as páginas concretas nas quais o autor sustentou o que estamos a transcrever ou referir.

É conveniente habituarmo-nos a tomar esse apontamento sempre que fazemos leituras.

Deverá citar-se os números de página sempre que se citar texto “directo“. Estas citações deverão estar entre aspas e em itálico. Ex: “Para Bourdieu e Passeron (1964), de todos os factores de diferenciação a origem social seria sem dúvida aquela em que a influência se exerceria mais fortemente sobre o meio estudante: “a origem social é, de todos os determinantes, a única que estende a sua influência a todos os domínios e a todos os níveis da experiência” (1964:22).”

Quando citarmos “autores em segunda mão“, ou seja, autores citados por outrém cujo original não lemos (procedimento a evitar sempre que possível), deveremos especificá-lo. Ex: “em Marx (1968), conforme Barata (1975)”.

No final do relatório, deverão ter um capítulo dedicado à Bibliografia, onde todas as obras, artigos, revistas, sítios de internet e outras fontes que consultarem deverão constar. Inclui-se sempre o nome do(s) autor(es), a data, o título da obra, a cidade de edição, a editora e, no caso das revistas, o nº/volume e as páginas que o artigo ocupa (ex: pp. 27-51).

Para os sítios de internet, criem um subcapítulo próprio.

As obras ordenam-se por ordem alfabética do sobrenome do autor. Para cada autor, as obras ordenam-se da data mais antiga para a data mais recente.

As referências bibliográficas podem obedecer à norma portuguesa ou anglo-saxónica.

NORMA PORTUGUESA: ALLEAU, René – A Ciência dos Símbolos. Lisboa: Edições 70, 2001.

NORMA ANGLO-SAXÓNICA: ALLEAU, René (2001), A Ciência dos Símbolos, Lisboa, Edições 70.

Podem usar a que quiserem,  desde que sejam coerentes ao longo do vosso trabalho.

Não se esqueçam de que terão que fazer as citações no texto de acordo com a norma escolhida.

As referências obedecem a regras específicas:

◦se a obra tiver coordenadores/organizadores,

 

–BOTELHO, Afonso; Teixeira, António Braz (coords.) – Filosofia da Saudade. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1986.
–FRANCLIM, S. (org.) – d’O Encoberto ou o Livro de D. Sebastião. Lisboa: Hugin, 2004.
 
◦se for um artigo de jornal ou revista,
–THYE, Shane R. (2000), “A Status Value Theory of Power in Exchange Relations”, The American Sociological Review, vol. 65, nº 3, pp. 407-432.
 
◦Se for um capítulo de um livro,
–Torche, F.(2010), “Social status and  public cultural consumption”, in Chan, T.W. (2010), Social status and cultural consumption, Cambridge, Cambridge University Press, pp. 109-138.
 
◦se for uma reedição de uma obra muito antiga,
–ALLEAU, René – A Ciência dos Símbolos. Lisboa: Edições 70, 2001. (Edição francesa original: La Science dês Symboles. Paris: Payot, 1974.)
–MARKALE, Jean – A Grande Deusa. Lisboa: Instituto Piaget, 2000. [original: La Grande Déesse. s.l.e: Éditions Albin Michel, 1997.]
 

 

◦se estiver organizada em diferentes volumes
–ALMEIDA, Fortunato de – História da Igreja em Portugal. Vol. I. Porto: Portucalense Editora, 1967.
 
◦se for uma edição online.
–BERGSON, Henri – Les Deux sources de la morale et de la religion. 58e édition, Paris: Les Presses Universitaires de France, 1932.  (http://www.uqac.ca/class/classiques/bergson_henri/deux_sources_morale/deux_sources_morale.html, consulta a 10/05/2006).
Mais detalhes:
Páginas 22 a 27

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Para se manter na recordação e apreço dos seus contactos, é boa ideia enviar-lhes Newsletters, ou Boletins Informativos. Estes são publicações regulares com conteúdos atractivos, que detalham o que há de novo e o que está para vir no seu negócio. Se as newsletters são das ferramentas de comunicação mais eficazes em pequenos negócios, imagine em grandes.

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Conteúdos

Nem só de produto vive o consumidor. Prova disso é haver tantos fãs a declarar publicamente o seu amor a marcas. Ora, não há valor emocional para o consumidor ou cliente sem conteúdos – sobre pessoas, eventos, experiências, ou simplesmente informações relevantes. Os conteúdos de qualidade são originais, dinâmicos e partilháveis. Embora possam ser diferentes conforme os alvos a atingir, as mensagens têm de ser sempre coerentes com o posicionamento da marca – algo que nós garantiremos.

Atendimento e Imagem

O profissionalismo no atendimento ao cliente é essencial, mas ninguém nasce ensinado. O nosso trabalho vai permitir-lhe a definição clara de objetivos, o estabelecimento de procedimentos para que as suas equipas lidem com as situações e a selecção, formação e motivação dos seus comerciais. Nem todos os clientes vão ser simpáticos e afáveis; alguns não estão para conversas e outros gostam de “reclamar”. Um profissional de atendimento ao cliente treinado por nós saberá como apelar aos primeiros e como acalmar os segundos.

Relações Públicas

Um diálogo tem dois sentidos. Escutar o que clientes, órgãos de comunicação, parceiros e poderes públicos e privados têm para dizer, compreendêlos, dar-lhes atenção e aceitar as suas recomendações pode abrilhantar a sua empresa e até reconquistar quem parecia perdido. Por isto, vamos garantir que as linhas de comunicação com os seus stakeholders nunca se fecham.

Publicidade

É a comunicação paga, nos media, no âmbito de uma actividade comercial, industrial, artesanal ou liberal, com o objectivo de promover bens, serviços, ideias, princípios, iniciativas ou instituições. A criatividade é nossa, os louros são seus.

Design

Um visual criativo e apelativo torna qualquer mensagem mais eficaz. Tudo comunica, portanto nunca descuremos o factor estético: no escritório, na loja, no logotipo, nas brochuras e flyers, no website, nos produtos, nas embalagens… e nos sorrisos dos que gostam de ver tudo isto.

Vídeo

Há momentos, frases e testemunhos que só um vídeo consegue traduzir. É mais credível, próximo e eficaz do que quase tudo. Connosco, pode contar para a redacção dos guiões, a gravação, produção, edição, processamento e reprodução de vídeos, que vão ajudar a mostrar aos outros tudo o que o seu negócio tem para contar.

Fotografia

Será muito mais fácil escolher um restaurante com fotografias do espaço e da comida, certo? E quanto mais atractivas as fotografias, maior a nossa vontade de experimentar. Com isso em mente, a nossa equipa vai captar em imagem os momentos únicos do seu negócio – com um toque de aperfeiçoamento digital, quando necessário.

Alvos e Posicionamento

Os alvos são os nossos compradores potenciais prioritários, bem definidos por critérios geográficos, demográficos, socioeconómicos e psico-comportamentais, entre outros. O posicionamento é o conjunto de traços principais e distintivos da imagem da organização e do produto, serviço e/ou marca, que permitem ao público identificá-lo, situá-lo e diferenciá-lo dos outros no mercado (por exemplo: o mais caro, o de melhor qualidade, o mais afável, etc.). Se só pudesse dizer uma coisa sobre a sua oferta ao seu público-alvo, o que seria? Nós saberemos ajudar nesta escolha!